Frei Gilson silenciou diante do ataque de Trump ao Papa e da bizarrice dele posar como Cristo.
Seus defensores dizem que o Frei “não fala de política”.
Curioso, porque fala, e muito, quando é para atacar direitos das mulheres, demonizar o comunismo e repetir discurso de extrema direita.
Não é neutralidade. É conveniência.
Quando a fé vira instrumento de poder, o silêncio deixa de ser só omissão e passa a ser escolha ideológica.